Oscilo no verdadeiro.
Dois egos altercam-se:
Odeio ou amo?
Sem gnose para fechar,
A Angústia fica
Por ensaio, o temor
De libertar o interior
À ferida por sarar
Na fidelidade do grémio.
Dor imensa, esquecida,
Encrostada nas trevas
Mas que o Verbo
A arrebatou
Mas, essa mesma Voz
Novo rubro me trouxe,
Além de desconhecer
A completa veracidade.
Porém, esse ferimento deixa-me
Na sombra abominável
Da irresolução. Se o Verbo
É realmente real…
E, por findar, não desprezo
A incapacidade do mal;
Soberania dos sentidos
Sobre a razão.
sábado, 25 de outubro de 2008
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