terça-feira, 1 de maio de 2012

Fil l.ing


Podes estar mísera pera corpo celeste, mas
Sou obrado à tua altura, sem a devida importância.
Pera o berço e o desfecho do completo

Somos menos que poeira, cousa clara. E depois?
Moda era convocar trovões de noite em breu
Pera nobilitar meu sentido. Culpa débil espécie

À cifra humana. Acontecemos em iluminura,
Nem hercúleo ou liliputiano, como passar
Minhas incógnitas vísceras à tua influencia?

Apenas uma palavra em nada singular:
Amor, sem suficiência ou até precisão,
Pera disser ímpeto dissimuladamente animalesco

Ou pois certamente te estime por seres tu
Insignificante pera  cousas grandes.
Precisamente à minha escala.