quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Conselheiro

Por vezes Sinto a minha falta
Por um mais que amigo
Mais que irmão, mãe ou pai
Um segundo eu, sem dar nem tirar

Sinto mesmo a falta dele
Nas agonias pelo meu conselho
Da minha crua opinião, do meu sábio ombro
Pois ninguém me compreenderia melhor

Preciso dum par igual
Pois sozinho não sou
Aquilo que sou para mim