E multiplico
Aos vultos reflectidos
Na cidade de vidro
Não é narciso que olha
Ante o estranho mudo
Antes uma interrogação
Para o seu embrulho
Serei sempre assim?
A busca do saber
Do meu ser
Mas o silencio é esperado
A vontade faz-me?
Ou será a suposição?
Quem faz? Quero ser!
O quê? Não sei