I Know now that just by summoning the name, I'm Destined to a ever lingering Destruction, the kind that can't quite be explained. I'm bound to her, the Despair that follows, for it is known that peace cannot flourish with or without her. Reasoning with Desire, not fully understand that it will not fulfill anything. When does one learn to weep and Die in his corner, Delirious in a Dream, or conscious that life is here to fuck you up.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Vida em tempo
E culpo-te a ti e só isso
Sonhar contigo, saudar contigo
Nem que seja por um consigno
Teu por mim, o mais falível que seja
Nunca poderás superar o que és da
imagem
Que namoro e retomo,
Com estrondoso pesar agora que me
repudias
Com razão e vontade, não censuro
É ferida que mais sangue jorra
Persistirei, nuca o mesmo
Nunca o mesmo
Persistirás, nunca o mesmo
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Bêbado
À espera d'algo
que jamais chegará
um fim a esse fidalgo
que rege ao que será
Já nada espero,
assim me ensinou, tal vida que levo
mas porquê, que mal fiz que merda sou
tuto mia culpa.
de cada erro que dou, é só mais uma cicatriz,
de todo invisível, aos outros, meus íntimos, em nada íntimos
fará pois parte minha, mesmo rejeitando, como a futuros amores
pois não, basta. morreu, quero que morra, morre, morre, morre
és cruel em manter o véu
seja qual for, porquê?
será que sou tão pouco para ti?
menos do que enfado?
que jamais chegará
um fim a esse fidalgo
que rege ao que será
Já nada espero,
assim me ensinou, tal vida que levo
mas porquê, que mal fiz que merda sou
tuto mia culpa.
de cada erro que dou, é só mais uma cicatriz,
de todo invisível, aos outros, meus íntimos, em nada íntimos
fará pois parte minha, mesmo rejeitando, como a futuros amores
pois não, basta. morreu, quero que morra, morre, morre, morre
és cruel em manter o véu
seja qual for, porquê?
será que sou tão pouco para ti?
menos do que enfado?
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
Desentoxicação
Só para dizer que te amo
Nem sei porquê desse facto
Pois nunca me deste tal motivo
E que estou carente do que quer que seja teu
está com o respirar, que a custo vou fazendo.
É a agonia da vida,
Um holocausto invisível,
Que me pesa em meu peito.
Validando a possibilidade:
Há gente que morre por amor
Mas até que ponto é que a ânsia
Pelo teu corpo e pessoa, é droga
A mais poderosa, pois se ocasião consumada
Seria feliz?
Nem sei porquê desse facto
Pois nunca me deste tal motivo
E que estou carente do que quer que seja teu
está com o respirar, que a custo vou fazendo.
É a agonia da vida,
Um holocausto invisível,
Que me pesa em meu peito.
Validando a possibilidade:
Há gente que morre por amor
Mas até que ponto é que a ânsia
Pelo teu corpo e pessoa, é droga
A mais poderosa, pois se ocasião consumada
Seria feliz?
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Sobre a frustração
Sobe devagarinho, um mau estar denotado apenas quando já no goto está. De mansinho chega, sem lhe dar muito ouvido, como criança de mama, espreme-se ao peito das vitimas de alguma injustica pouco justiceira a qual o fado tem sempre a opinião final.
Tresanda a impotência, quase afogando qualquer senso comum de aceitação. Uma afronta à pomposa integridade e certeza egocêntrica.
É cruel.
Tresanda a impotência, quase afogando qualquer senso comum de aceitação. Uma afronta à pomposa integridade e certeza egocêntrica.
É cruel.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Sobre a memória
Rude é quando a penso, pois nunca é só. Como uma rosa cheirosa, embriago-me no perfume de coisas que já foram doces ao toque que, agora, pica com quanta intensidade a que me dedico às nostalgias. Mas, contudo, elas são o combustível do meu Homem, projectando esperança e vontade no aqui e agora para que os meus passos não sejam apenas mais um peso no mundo e em mim. Acabam por ser melancólicos os insólitos sorrisos nas marés que nunca ninguém navegará, pois nem sei, ainda, a que me dedicar: se ao passado que já foi, ou ao fururo que nunca será.
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