domingo, 17 de abril de 2011

Não me deixam dormir,

Ninguém. É irresponsável

Deixar-se ir

Sofrer e sorrir

Com certos sonhos


Será assim tão vil

Entregar-me ao homem dos saquinhos de arreia

Ser aquilo que não sou

Esquecer-me do esquecimento

Embrenhar-me na certidão


Acordado sou eu, esquecido.

Nunca presente,

Esqueci-me

De mim