Hoje confiei um desejo à minha caixinha dos desejos.
Na confiança vã e inconsciente pergunto-me: será de verdade?
Tenho a paradigmática ciência, a antiquada fé religiosa, as brilhantes estrelas, a novata física quântica, e o subjectivismo mundial. Corroboram-me e chacotam-me pela minha simples acção. Uma acção mais que infantil à espera do pai natal. Uma acção mais humana do que a humanidade orgulhosamente “contemporânea”.
Não acham que temos escolha? Escolha do balão de ar sem nenhum cordelinho.